Investimento de longo prazo

Não existe – ainda- uma cultura sobre educação financeira no Brasil. Por este motivo, a maioria das pessoas têm pouco conhecimento sobre o assunto, influenciando diretamente no seu bem-estar financeiro. 

O cenário de desconhecimento tem mudado nos últimos anos. As pessoas querem entender como funciona o mercado financeiro, o que é feito com o seu dinheiro e como melhorar os seus rendimentos.

Uma habilidade fundamental

Educação financeira é uma habilidade importante para qualquer pessoa. Ela envolve a compreensão de como funciona uma conta corrente; de como fazer um planejamento – e controle – financeiro; entender como funcionam os investimentos mais simples – seguros, previdência, ações etc. Em suma, é saber como funcionam as questões básicas que envolvem o dinheiro e como isso impacta as decisões do dia a dia.

Uma pessoa que conhece sobre as questões básicas de finanças pessoais consegue fazer um planejamento adequado do seu dinheiro, e seguir uma regra básica: saber quais os seus ganhos, quais as suas despesas e nunca gastar mais do que sua receita mensal. Pode parecer trivial, mas uma grande parcela da população não tem nenhum tipo de controle básico das suas finanças pessoais. 

Com um controle de gastos eficaz é mais fácil montar um planejamento financeiro adequado de acordo com os objetivos de curto, médio e longo prazo, como trocar de carro ou fazer aquela viagem em família tão esperada.

A transformação em curso 

O cenário de desconhecimento sobre finanças pessoais tem mudado no Brasil. Movimentos como a Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), que teve a sua sexta edição e ocorreu entre os dias 20 e 26 de maio de 2019, são ferramentas importantes para atingir as pessoas e mostrar a importância da educação financeira.

Essas iniciativas estão incluídas em um contexto maior do que “apenas” educar as pessoas sobre finanças pessoais. Existe uma questão de empoderamento incluída, pois durante muitos anos as instituições financeiras tradicionais detinham o monopólio do “conhecimento financeiro”. 

Era comum pessoas adquirirem serviços financeiros sem a total noção do que estavam contratando e depois serem surpreendidas com taxas – muitas vezes abusivas – que elas não estavam esperando. Eram as famosas letras pequenas no final dos contratos que, no entanto, não aconteceria tão facilmente com uma pessoa que tem pelo menos um conhecimento básico sobre finanças.

A busca por transparência e ética nas relações é maior do que nunca e as novas instituições do setor financeiro – destaque para das fintechs – mostram que esses valores não somente fazem parte do jogo: eles são o jogo.  

A mudança na cultura sobre finanças e investimentos no Brasil está em curso. As pessoas buscam conhecer mais sobre como gerenciar o seu dinheiro e como investir melhor. Essa mudança de cenário mostra um cidadão mais preocupado e consciente com relação ao seu bem-estar financeiro. 

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